São os modelos do imaginário
do poder inconsciente, a que a alma
está sujeita, por não saber ser diferente,
por ignorar o próprio subconsciente.
Aquele que aplica a regra sem pudor,
pois não tem sentimento, nem senso de humor,
replicando o que acreditas como verdade,
como um belo servidor, que carece de direção e entendimento,
que só pode ser obtido pelo eu superior.
Pois na realidade ordinária
que ao consciente quase tudo escapa,
pois é ele mesmo cego, ao que está embaixo da capa,
da aura que se forma, que molda o que vai virar norma,
na vida daquele que não se conforma, de ser joguete
das forças à partir das quais tudo se forma.
Desperte agora para o instante, o único momento que é de fato onde existes,
no presente em que o alento subsiste, permeando a tudo em que você persiste,
com a energia que transforma, mudando a imagem e sua ilusão, que ainda resiste.
Adquirindo a fluência da energia que a natureza envia, seguindo o caminho pela maestra via,
a que percorres enquanto a vivencia . . .
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