sexta-feira, 8 de abril de 2011

Recado ou Renascimento ou Fênix



Quando morri minha última morte,
Pude perceber a ilusão
Da falta de percepção.

Pois morte não é o fim,
É só mudança de posição.

E o que importa não é a forma,
E sim quem você é meu irmão.

Pois seja onde for,
Esteja onde estiver
Sempre estarás consigo mesmo,
Mesmo estando a esmo.

Então revira o íntimo e a vontade
E vais atrás do que acreditas,
de verdade!

Não esquecendo da caridade,
Demonstração de humildade
Que só aparece,
Naqueles que esqueceram de si mesmos,
Com sinceridade.

Pois evoluir é cláusula “Pétrea” na espiritualidade
Onde o reflexo do que plasmamos
Ecoa ao nosso redor,
Revelando muitas vezes
As verdades que os lábios não professam. . . .

Então fica assim,
A cada um conforme suas obras.

Mas não esqueça, ser eterno não é ser imortal,
Até que encontremos a parcela divina,
Que nos move,
E acrescentemos a ela o poder da nossa intenção,
Alcançando assim a infinita redenção.

Que ao espírito livra da quimérica ilusão,
Alforriando a Alma,
No Agora da existência.

SRB - 08/04/2011